The charming blues

Women who play blues

© Hermonicas

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I have a profound respect to any musician, specially blues musicians. However, if you tell me about beautiful and talented female musicians then I fall in love!

‘Hermosas’ and gifted female players of harmonica blues rarely find in the musical scene the worthy credits. It’s a shame.

But, the blues site ‘Hermonicas’ brings us a good compilation of many artists around the world who dedicate their career to the blues.

Some of them I have talked about in this blog. But the most part of the artists I never ever heard.

Therefore, fellows enjoy it!

A clue about the site ‘Hermonicas’ which talk about the female harmonica players around the world who play blues. Article in English.
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Yes, we have Bananas and Blues

setembro 15, 2017 Deixe um comentário

I would like to present you the Milk n Blues, a band which explores the groove of the rhythm and blues in a kind of crossover fusion.

Notice the backing vocals. They are gorgeous! The harmonica player Indiara is gifted besides that she has an extraordinary feeling.

And… all of them are brazucas. Yeah!

I love that music!

Have you heard about Milk N Blues? They are a charismatic Brazilian band! Read more…

Carey Bell – from Alligator Records

Carey Bell

© Alligator Records

Hello brothers and sisters in blues!

This artist is one of my favorites harpman. Read a short biography about him from the Alligator’s Records home page.

Follow the hyperlink » Alligator Records

A site clue about Carey Bell.

‘O blues nunca vai morrer’

março 29, 2010 3 comentários
© Cezar Fernandes

© Cezar Fernandes

O cenário do blues nacional é uma terra de pioneiros, afinal, o gênero começou a se firmar por aqui no final da década de 1980 representado por artistas como André Christovam, Celso Blues Boy, Zé da Gaita, a banda Blues Etílico e perdoem-me os outros desbravadores do gênero musical na Terra Brasilis não citados nessa breve lista.

 

Acredito não cometer uma grande heresia em incluir nessa galeria um artista cujos ouvidos, corpo e alma foram capturados pela música de oito compassos. Refiro-me ao gaitista Jefferson Gonçalves, ex Baseado em Blues.

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Ativo em todo o circuito nacional de festivais e encontros que promovem o gênero, Jefferson, que hoje mantém uma base de atividades no Nordeste, entre uma soprada e outra, respondeu por e-mail às perguntas abaixo. Com vocês, meninas e meninos, JG.

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Quando e de que forma se deu o seu primeiro encontro com o Blues?

Na verdade primeiro comecei a tocar gaita, como não conhecia muito comecei na cromática achando que um dia ia tocar como os LPs que escutava com gaita: Led Zepellin, Ney Young, Dylan, etc..

Com seis meses de aulas de cromática comecei a estudar gaita diatônica com Flávio Guimarães e assim conheci os gaitistas de Blues como Little Walter, Sonny Boy, Sonny Terry e na mesma época assisti o filme Encruzilhada.

Por que a gaita, o que o levou a escolher esse instrumento?

Sempre gostei do som da gaita, quando escutava algum LP que tinha gaita eu ficava fascinado.

Qual a conexão possível entre o blues, de origem afro-norte-americana, e os ritmos regionais nordestinos, com marcante influência Ibérica, que você vem pesquisando?

Na minha opinião é a mesma coisa, a raíz é a mesma, música negra ou seja ÁFRICA! Sempre brinco nos shows dizendo que sairam duas embarcações da África, uma veio para o Brasil e outra para os Estados Unidos, os negros chegaram nesses locais com a mesma cultura e lá absorveram coisas de cada região criando assim novos estilos e músicas, mas a base é a mesma, música negra.

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Qual o futuro do blues?

Se misturar e modernizar, assim como foi feito em Chicago quando largaram os violões acústicos e começaram a eletrificar o som, muita coisa mudou, acho que é isso que está acontecendo, o blues está em toda a parte, dentro da música POP, Rock, Country, etc…

Se você pegar o trabalho de Robert Cray, Coco Montoya, Johnny Lang, e outros. Todos eles estão tocando blues, mas um blues moderno com cara NOVA, contando o dia a dia do MOMENTO, não de 100 anos atrás.

Eu acho que o público de blues é muito CARETA, muito PURISTA, não tem como fazer blues com a cara de 1920, muita coisa mudou, muita coisa evoluiu, por que não misturar e criar uma nova sonoridade?

O blues nunca vai morrer, ele vai é sempre evoluir e se modernizar conforme o tempo. O público que se diz FIEL ao blues é que tem que ABRIR os ouvidos e mentes, deixar o purismo de lado e ouvir essas novas misturas e sonoridades da nova geração.

Leia entrevista por e-mail do gaitista Jefferson Gonçalves.

Carey Bell » Tributo

setembro 25, 2017 1 comentário

November 14, 1936 – May 06, 2007

Há uma década, o fôlego vital do gaitista Carey Bell chegava ao fim, suprimido por um ataque cardíaco.

Nascido na zona rural de Macon (Mississipi, EUA), ele seguiu a rota de migração de vários trabalhadores rurais, homens e mulheres, em direção ao norte. Naturalmente, esse também era o itinerário dos errantes bluesmen de todo o sul dos Estados Unidos.
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Timing versus Técnica 

Carey Bell era o rei da economia quando os critérios são velocidade e virtuosismo na execução, aspectos tão valorizados na avaliação de qualquer bom músico.

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No entanto, blues não é a velocidade de execução do músico, a exata performance técnica. Mas sim o feeling…  Elemento sem uma tradução exata quando se trata de interpretação e o estado (mood) que anima cada canção ou mesmo cada gênero musical.

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” blues não é a velocidade de execução do músico, a exata performance técnica.

Mas sim o feeling… “

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Carey Bell tinha a alma de um homem de blues. Melhor, encarnava o próprio estilo musical, da mesma forma que outros pioneiros, responsáveis pela transposição desse gênero musical do meio rural para o urbano.

Perfil musical — Suas marcas, por assim dizer, como músico eram um fraseado econômico, alongamento nos bends e exploração das áreas de registro grave, características presentes em suas interpretações.

Nos registros graves, Bell usava um vibrato de modo a aproximar o timbre da harmônica ao de um saxofone, instrumento que queria aprender na infância.

Nesse aspecto, é interessante notar a influência direta de Little Walter sobre Carey.
Walter, em suas gravações para a gravadora Chess, foi pioneiro ao amplificar e modular o som acústico da gaita, passando a explorar o novo recurso para imprimir ao instrumento harmônica a extensão sonora de um saxofone.

Bell gostava também de explorar o uso acordes, no lugar de fraseados longos ou encadeamento de rifs, enquanto que as notas executadas individualmente não tinham distorção.

Essa característica pessoal se manifesta sobretudo na execução de músicas de marcação mais lenta. O que confere um tom muito intimista a essas interpretações do artista.

Um bom exemplo desse estilo de abordagem da harmônica está presente na faixa ‘Easy’, do álbum Deep Down (Alligator, 1995).


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Formação e influências — Na infância, aos oito anos, Bell ganhou sua primeira harmônica, inseparável companhia com a qual ele se fixou no gênero country. Adolescente, Bell passou a seguir o gênero blues, inspirado em seu ídolo Little Walter.

Em 1956, Carey Bell , com sua esposa e filhas, rumou para Chicago, cidade na qual foi acolhido pelo bluesman David “Honeyboy” Edwards. Com o “apadrinhamento” do músico, Carey foi apresentado à cena musical da cidade.

Melhor ainda, Edwards aproximou-o de seus ídolos, a santíssima trindade da harmônica: Sonny Boy Williamson II, Big Walter Horton e Little Walter Jacobs. Esse último ajudou-o pessoalmente na produção de sua imagem, emprestando-lhe roupa e dinheiro.

Apesar dessa ajuda dos músicos, antes de se firmar como gaitista, ele sobreviveu durante algum tempo tocando baixo. Nessa função atuou com Muddy Watters, Howlin Wolf e demais lendários heróis do blues, entre os quais Big Walter Horton.

Ouça a faixa ‘Under The Sun’, do disco Big Walter Horton* With Carey Bell ‎(Alligator, 1972), com crédito na capa para os dois artistas. Produção na qual além de tocar baixo em algumas faixas, ele atua como a segunda voz na gaita.

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Read a short bio about Carey Bell and his career in article by Kim Rush.

Spotlight about the harpman Carey Bell; his life, musical influences and style. Article in portuguese.

The Blues overtook me since I was a little child

setembro 19, 2017 Deixe um comentário

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Farewell Mr. King

maio 22, 2015 1 comentário

bbking-longtrip

September 16, 1925 –  May 14, 2015

The Thrill is Gone

fevereiro 7, 2011 Deixe um comentário
A brief comment about the guitar man Garry’s Moore death. Article in portuguese.

Os pungentes e melancólicos acordes de um blues certamente soam mais lamentosos ainda com a partida do guitarrista Garry Moore (4 /4/1952 – 6/2/2011), em cujas águas desse profundo rio bebia e navegava.

Aqui em um encontro com o mestre BB King, no qual a dupla arranca arrepiante swing do diálogo das duas guitarras.

Vida longa ao Blues!

Feliz Ano Novo, Charlie!

janeiro 3, 2011 1 comentário

Charlie Musselwhite at Del Mar Blues Festival
© Karen Chambers

Nada melhor do que iniciar o ano com o sempre bom e necessário Blues, principalmente de artistas como Charlie Musselwhite. Natural do Mississipi [Kosciusko, 1944] suas primeiras influências foram familiares, do pai que tocava guitarra e harmônica e da mãe, piano.

Aos três anos de idade sua família mudou-se para o Menphis (Tennessee), cidade na qual tomou contato com gêneros musicais como rockabilly, western swing e o blues eletrificado. Mas é em Chigaco que veio a solidificar sua formação como bluesman. [para mais informações leia o perfil do artista na Wikipedia].

Porém, em suas próprias palavras, “the blues overtook me, since I was a little child”, como diz a letra da música que abre o disco Ace of Harps (Alligator, 1990).

Fechamos essa breve apresentação do gaitista com uma performance dele  ao lado de Richard Bargel. Desfrutem crianças.

I love that music!

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A short overview about blues harp Charlie’s Musselwhite career . Article in Portuguese.