Meninos, eu vi
Acompanhado de sua banda, formada por Richard Cousins (baixo), Tony Braunagel (baterista) e Jim Pugh (teclados), o guitarrista levantou em vários momentos a plateia com o swing de seu trabalho que evoca regiões da Soul Music e outros ritmos negros derivados do Blues. Afinal talvez não seja apenas uma coincidência que seu timbre vocal nos lembre, em alguns momentos, Al Green, um entre os muitos expoentes da Soul Music na década de 1970.
Um bom exemplo da pegada balançante de Cray é o hit Smoking Gun (veja clip abaixo), do disco Strong Persuader (1986) _escute no site do artista, que não apenas reúne os 20 discos de sua carreira, como é possível em alguns álbuns ouvir cada uma das faixas. Do mesmo Strong Persuader, Cray tocou também outro sucesso comercial em sua época, a faixa Nothin’ But A Woman.
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Entre músicas atuais e sucessos, o show alternou momentos de maior intimismo, nas composições do guitarrista que ocupam regiões mais sombrias da dor e tristeza do blues, até locais mais ensolarados do estilo crossover do extrovertido Cray.
Vale ao artista o suporte de um time bem afinado que vai do groover envolvente de Richard Cousins, do toque bem temperado de Jim Pugh, em seu teclado Hammond, ou da versatilidade rítmica e perfil performático de Tony Braunagel.


Bacana eu já tinha ouvido falar do Robert Cray mas fiquei interessado em conhecer um pouco mais.
Abraços !
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Mr. brBlues